A Associação A GEAP É NOSSA vem acompanhando com muita preocupação a situação crítica enfrentada pelos geapianos e geapianas. O cenário atual, marcado por quedas de liminares, acordos judiciais firmados na justiça e com entidades sindicais, reajustes abusivos, falta de rede credenciada e descredenciamentos em escala geométrica, exige medidas urgentes para garantir a continuidade dos beneficiários nos planos e a qualidade do atendimento prestado.
Diante desse quadro, é imprescindível que o per capita seja reajustado a um valor que recomponha, minimamente, a capacidade de sustentação dos beneficiários nos planos da GEAP.
É fundamental lembrar que o espaço legal para tratar desse tema é na Mesa Setorial de Negociação Permanente, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), em especial na Secretaria de Relações do Trabalho, onde representantes do governo e das entidades sindicais devem dialogar e negociar sobre as pautas de reivindicações dos servidores públicos federais.
A primeira reunião da Mesa de Negociação ocorreu no dia 25/02. A Condsef/Fenadsef participou da reunião e informou que o encontro teve como foco o debate do regimento interno e da pauta unitária de reivindicações previamente apresentada pela bancada sindical.
A ausência do reajuste da per capta aprofunda a crise e compromete o orçamento dos beneficiários, colocando em risco a própria viabilidade da GEAP que está com as contas em déficit “no vermelho” e enfrentando diversos trimestres no pior ranking das operadoras de autogestão.
A Associação A GEAP É NOSSA permanece empenhada na construção de alternativas que preservem o equilíbrio financeiro, qualitativo na prestação dos serviços e o respeito aos direitos dos beneficiários.
Estamos trabalhando em todas as esferas, políticas e jurídicas, para tentar reverter esse caos que afeta diretamente os beneficiários. O departamento jurídico da Associação está estudando ferramentas e ações para que seja mantido os pais como dependentes. Nossos pais dependentes financeiros jamais podem ser considerados “agregados”, em respeito às obrigações legais prescritas no ordenamento jurídico brasileiro.
No campo político a Associação está organizando agendas para que dirigentes estaduais possam ir à Brasília para manifestação na sede da GEAP, no MGI, no Congresso Nacional e em diversos outros órgãos na tentativa de denunciar e ser ouvida sobre as demandas dos beneficiários.
Também irá provocar as entidades representativas dos servidores para que pautem na Mesa de Negociação o reajuste da per capta, em valores que possam recompor a verba indenizatória.
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