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Nota da ANS sobre radar do MPF com reajustes de planos

ANS emite nota referente publicação da matéria publicada no jornal FSP intitulada ANS entra no radar do MPF com reajustes de planos.

Em atenção à matéria publicada pela Coluna Painel S.A./Folha de S.Paulo intitulada “ANS entra no radar do MPF com reajustes de planos”, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece, em primeiro lugar, que não há qualquer desrespeito em relação às recomendações do Ministério Público Federal.

Ao contrário: os temas ora tratados na proposta de reformulação da Política de Preços e de Reajuste de planos de saúde coincidem com as recomendações encaminhadas pelo MPF à ANS no fim do ano de 2024.

Além disso, vale destacar que o MPF tem assento na Câmara de Saúde Suplementar, órgão de apoio da ANS, por meio do qual sempre tem oportunidade de se manifestar nos assuntos de interesse do setor, o que reforça o quanto a ANS dedica prestígio às avaliações e recomendações oriundas do órgão.

A ANS sempre manteve relação de parceria e respeito com o Ministério Público Federal, sendo certo, contudo, que, enquanto agência reguladora do setor de planos de saúde, cabe à ANS avaliar e decidir, sempre de forma criteriosa e motivada, o momento adequado para tomada de suas decisões.

É importante ressaltar, ainda, que os temas que estão sendo tratados na referida proposta são iniciativas que protegem os consumidores à medida que visam promover maior segurança e previsibilidade aos beneficiários. São assuntos que vêm sendo discutidos há muitos anos – alguns desde 2015. É preciso considerar, ainda, que estão sendo proporcionadas diversas formas de participação social desde outubro de 2024, como a realização de audiências públicas e de consulta pública.

Após a análise das contribuições recebidas nessas oportunidades mencionadas, a ANS irá elaborar um relatório e poderá realizar novas rodadas de discussão sobre o assunto, sempre pautando suas ações na mais ampla e irrestrita transparência, de forma a garantir a efetiva participação social.

Não parece correto, portanto, sugerir uma ação deliberada da ANS no sentido de contrariar uma recomendação do MPF, pois a agência mantém diálogo ativo a fim de que se garanta maior legitimidade nas suas decisões.

Fonte: Agência Nacional de Saúde Suplementar/Gov.br

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